É comum ouvir-se dizer, que a ação é o elemento fundamental que liga o sonho à realidade. Sem ação o sonho não passa do “papel” e é apenas um desejo. Em parte é verdade, no entanto conheço muita gente que trabalha muito e é miserável. São 10 e 12 horas por dia, e até fazem o melhor que podem num trabalho que até gostam mas que os consome. Não atingem o sonho nem o sucesso que em tempos visualizaram.

Porquê?

Porque é que isto acontece a um grande número de pessoas nas suas vidas? Porque não têm o dinheiro que desejam, porque não têm uma relação de paixão e amor constante, porque não têm uma carreira brilhante, um carro topo, uma casa magnífica com vista para o mar, porque não têm uma felicidade duradoura?

É simples… não acreditamos que todas essas coisas podem acontecer a cada um de nós, só aos outros. Só àqueles que nascem com a colher de prata na boca, só àqueles que foram adotados por famílias abastadas ou por aqueles que “nasceram” com as todas oportunidades  e mais algumas.

Então trabalhamos e trabalhamos na esperança que o trabalho dê frutos e que nos bata á porta com um euromilhões ou uma promoção. Dedicamo-nos a fazer as mesmas coisas durante ANOS na esperança que algo mude. Criticamos, reclamamos, apontamos o dedo, fazemos greve, focamo-nos no que está mal e dirigimos a nossa atenção na falta de recursos, porque acreditamos que é na falta de recursos que não somos melhor. Acreditamos que o nosso insucesso é devido ás circunstâncias, ao ambiente, à economia, ao país…

Não é a falta de ação que nos limita a uma vida de abundância e de sonhos concretizados. É o não acreditar que tudo isso é possível para nós.

Relembro o ciclo vicioso do (in)sucesso muito bem elaborado por Tony Robbins:

PP-1070-CicloDoSucesso-001

Se acreditarmos (CRENÇA) como se já fosse nosso, como se fosse impossível falhar, que realmente é possível para nós como é para os outros, buscamos por fazer as coisas um pouco melhor para ter RESULTADOS que nos satisfaçam. Procuramos perfeição, procuramos fazer melhor e percebemos que para fazer melhor, não é só fazer o mesmo muitas vezes mas fazê-lo no intuito de experimentar novas abordagens (AÇÃO). Damos por nós a evoluir e a progredirmos em direção daquilo que nos faz feliz. E o que pode ser mais gratificante quando conscientemente nos apercebemos que estamos a viver uma vida rica e preenchida (POTENCIAL).

Não é o destino que nos vai fazer feliz, mas o percurso, o caminho, o presente…        o AGORA!

Até breve!

Luis Barbudo